quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
Um caso de duas casas

Um caso de duas casas
Por muitos anos uma senhora em nossa vizinhança foi notada por seu belo jardim de tulipas. Passar por aquela exposição colorida fazia o coração cantar; seu jardim era um grande representante da beleza da Terra. Ao lado de sua casa era o desleixado lar de um solteirão. Sua cerca estava quebrada, mato espalhado por toda parte e a pintura descascando. Tais extremos de aparência, creio, não podem coexistir por muito tempo. Os vizinhos se perguntavam por que a senhora não reclamava. Mas nenhum confronto jamais ocorreu. O lindo jardim de tulipa e o terreno sujo permaneceram os mesmos por muito tempo. Mas nesta primavera, algo inusitado aconteceu. Descendo a rua, fui surpreendida ao ver algumas fileiras de coloridas tulipas na frente da velha casa do homem. O resto do terreno ainda estava um desastre, mas as tulipas eram deslumbrantes. Curioso, parei meu carro e caminhei até a casa da senhora. Ela estava do lado de fora cuidando com carinho de suas flores. - Olá! Cumprimentei. Eu gosto de sempre dar uma paradinha para admirar suas lindas tulipas. - Obrigada, ela disse sorrindo. Se você puder esperar um pouquinho, eu corto algumas para você levar. Não duram muito tempo, mas podem iluminar uma sala! Em pouco tempo, ela tinha cortado uma dúzia de deslumbrantes flores para mim. Agradeci e disse, - Notei que seu vizinho também plantou tulipas. - Oh, não, ela disse, piscando para mim. Eu plantei essas flores para o Sr. James. Ele perdeu sua esposa há alguns anos e suas crianças cresceram e se mudaram para longe. Ele vive uma amarga vida solitária, suspirou. Eu chamo o que fiz de minha trama de esperança. - Trama de esperança? Perguntei sem ter entendido o que ela quis dizer. - Sim, para devolvê-lo a esperança de que seu lar pode ser lindo novamente, que ainda há bondade na vida e fazê-lo saber que Deus o ama tanto quanto me ama. Agarrei meu buquê de tulipas e deixei aquele jardim sentindo que tinha aprendido muito mais sobre o significado de amor fraternal.
Para tratar as coisas sabiamente basta fazer com bondade. Que eu possa, também, oferecer esperança em vez de crítica. Que assim seja.
Um beija-flor

Um beija-flor
Era uma vez um beija-flor que vivia procurando uma flor... mas não qualquer flor, tinha que ser especial, notável. Visitou vários jardins, conheceu muitas flores, belas e formosas, mas seu pequeno coração almejava algo maior, não que as flores fossem vazias, pelo contrário, muitas estavam cheias de néctar, mas ele não se sentia bem e com seu bater de asas saia voando para outros jardins... Em terra distante, cansado de voar, querendo apenas descansar o beija-flor resolveu parar... Era um jardim vazio como nunca tinha visto antes... E no meio dele tinha a flor miúda e murcha, e perto dela ele chegou... Ela se disse magoada e cansada de sofrer, sozinha estava a espera de um único amor... Um único beija-flor. Ele pra ela deu carinho e afeto, a fecundou com o pólen do amor e a flor na mais linda se tornou... Com o tempo o jardim rico e cheio de vida ficou. E o beija-flor só para ela se entregou. A flor pediu para que o beija-flor prometesse que não visitaria mais nenhuma flor, que não voaria com seus amigos e seus insetos não caçaria mais... Deslumbrado com a beleza da flor e a riqueza de seu jardim, acreditando que só dela poderia viver, o beija flor concordou... E ali ficou, nunca mais voou para outro lugar. Fazia tudo pela flor, trazia água, fazia sombra em dias quentes, a protegia dos ventos da vida, velava seu sono. Um dia porém a flor seu néctar negou. Sem saber o que fazer o beija-flor perguntou: - Por que? A flor respondeu: - Suas asas trazem pó e sujeira para minhas pétalas, me sinto suja quando você vem... O beija-flor não podia acreditar naquilo que ouvia... Não sabia mais pra onde ia... Sentiu-se culpado pela perda, sentiu-se pequeno e se entregou a essa dor. Suas asas, depois de tanto tempo sem voar, já não suportavam seu peso, e dali não podia sair... Sem o néctar não tinha mais energia e conseqüentemente não podia caçar seu alimento... Foi perdendo as forças e acabou no chão, sobre a sombra de sua ex-flor, ali no chão, suplicou, mas a flor não ouviu, aos seus apelos não escutou. Ele pediu néctar para alçar mais um vôo, mas a flor simplesmente negou e no frio e ao relento ela o deixou. Quase que desacordado o beija-flor escutou uma voz suave a lhe chamar: - beija-flor, beija-flor... Ele ao se virar observou um velho amigo que há muito tempo não via, outro beija-flor... Ele lhe trazia um pouco de néctar, com aquilo o beija-flor novamente voou, foi um vôo pequeno, mas em outro jardim ele chegou, cansado próximo ao chão ele pousou e uma flor de campo ele encontrou. A flor do campo a ele seu néctar ofereceu... O beija-flor que tinha se esquecido de voar, pela outra flor sua vida ele deixou de levar, mas para aquela simples flor do campo ele resolveu se entregar... Ela jamais lhe pediu algo em troca, e ele finalmente pode compreender a diferença entre a privação e a doação.
Hoje ele ainda esta reaprendendo a voar, mas felizmente ele encontrou aquilo que no principio estava procurando, algo maior, que não estava na beleza nem na riqueza, mas que se encontrava na pureza e na simplicidade de uma flor do campo, o amor verdadeiro.
A criança
Quisera EuTony Fraga

Ter a sabedoria de uma criança.
Ter a humildade de uma criança.
Ter a força de uma criança.
Ter a garra de uma criança.
Ter a cosmovisão de uma criança.
Ter o amor de uma criança.
A sabedoria de uma criança é feita de simplicidade, não tenta complicar as coisas fáceis.
A humildade de uma criança é genuína, incorruptível, desprovida de interesse egoísta.
A força de uma criança é possante, é evolutiva, é motivadora.
A garra de uma criança é algo fascinante, sempre se põe de pé após cada queda sem preocupação se vai cair mais uma vez ou não.
A cosmovisão de uma criança é a visão ideal para um mundo ideal.
O amor de uma criança é o amor capaz de regenerar o mundo.
Quisera eu que todos nós fôssemos crianças.
O mundo seria o paraíso e as pessoas seriam anjos.
A paz seria realidade sempre presente e a felicidade seria plena.

Ter a sabedoria de uma criança.
Ter a humildade de uma criança.
Ter a força de uma criança.
Ter a garra de uma criança.
Ter a cosmovisão de uma criança.
Ter o amor de uma criança.
A sabedoria de uma criança é feita de simplicidade, não tenta complicar as coisas fáceis.
A humildade de uma criança é genuína, incorruptível, desprovida de interesse egoísta.
A força de uma criança é possante, é evolutiva, é motivadora.
A garra de uma criança é algo fascinante, sempre se põe de pé após cada queda sem preocupação se vai cair mais uma vez ou não.
A cosmovisão de uma criança é a visão ideal para um mundo ideal.
O amor de uma criança é o amor capaz de regenerar o mundo.
Quisera eu que todos nós fôssemos crianças.
O mundo seria o paraíso e as pessoas seriam anjos.
A paz seria realidade sempre presente e a felicidade seria plena.
Coração
Quando...Rubens Romanelli

QUANDO, nas horas de íntimo desgosto, o desalento te invadir a alma e as lágrimas te aflorarem aos olhos Busca-Me: eu sou Aquele que sabe sufocar-te o pranto e estancar-te as lágrimas.
QUANDO te julgares incompreendido pelos que te circundam e vires que em torno a indiferença recrudesce, acerca-te de Mim: eu sou a LUZ, sob cujos raios se aclaram a pureza de tuas intenções e a nobreza de teus sentimentos.
QUANDO se te extinguir o ânimo, as vicissitudes da vida e te achares na eminência de desfalecer, chama-Me: eu sou a Força capaz de remover-te as pedras dos caminhos e sobrepor-te às adversidade do mundo.
QUANDO, inclementes, te açoitarem os vendavais da sorte e já não souberes onde reclinar a cabeça, corre para junto de Mim: eu sou o REFÚGIO, em cujo seio encontrarás guarida para o teu corpo e tranqüilidade para o teu espírito.
QUANDO te faltar a calma, nos momentos de maior aflição, e te julgares incapaz de conservar a serenidade de espírito, invoca-Me: eu sou a PACIÊNCIA que te faz vencer os transes mais dolorosos e triunfar nas situações mais difíceis.
QUANDO te abateres nos paroxismos da dor e tiveres a alma ulcerada pelos abrolhos dos caminhos, grita por Mim: eu sou o BÁLSAMO que te cicatriza as chagas e te minora os padecimentos.
QUANDO o mundo te iludir com suas promessas falazes e perceberes que já ninguém pode inspirar-te confiança, vem a Mim: eu sou a SINCERIDADE, que sabe corresponder à fraqueza de tuas atitudes e à excelsitude de teus ideais.
QUANDO a tristeza e a melancolia te povoarem o coração e tudo te causar aborrecimento, clama por Mim: eu sou a ALEGRIA, que te insufla um alento novo e te faz conhecer os encantos de teu mundo interior.
QUANDO, um a um, te fenecerem os ideais mais belos e te sentires no auge do desespero, apela para Mim: eu sou a ESPERANÇA, que te robustece a fé e acalenta os sonhos.
QUANDO a impiedade se recusar a relevar-te as faltas e experimentares a dureza do coração humano, procura-Me: eu sou o PERDÃO, que te eleva o ânimo e promove a reabilitação de eu espírito.
QUANDO duvidares de tudo, até de tuas próprias convicções, e o ceticismo te avassalar a alma, recorre a Mim: eu sou a CRENÇA, que te inunda de luz o entendimento e te reabilita para a conquista da felicidade.
QUANDO já não aprovares a sublimidade de uma afeição sincera e te desiludires do sentimento de seu semelhante, aproxima-te de Mim: eu sou a RENÚNCIA, que te ensina a olvidar a ingratidão dos homens e a esquecer a incompreensão do mundo.
QUANDO, enfim, quiseres saber quem Sou, pergunta ao riacho que murmura e ao pássaro que canta, à flor que desabrocha e à estrela que cintila, ao moço que espera e ao velho que recorda. Eu sou a dinâmica da Vida e a harmonia da Natureza; chamo-me AMOR, o remédio para todos os males que te atormentam o espírito. Estende-Me, pois, a tua mão... alma filha de minha alma que eu te conduzirei, numa seqüência de êxtases e deslumbramentos, às serenas mansões do infinito, sob a luz brilhante da ETERNIDADE.

QUANDO, nas horas de íntimo desgosto, o desalento te invadir a alma e as lágrimas te aflorarem aos olhos Busca-Me: eu sou Aquele que sabe sufocar-te o pranto e estancar-te as lágrimas.
QUANDO te julgares incompreendido pelos que te circundam e vires que em torno a indiferença recrudesce, acerca-te de Mim: eu sou a LUZ, sob cujos raios se aclaram a pureza de tuas intenções e a nobreza de teus sentimentos.
QUANDO se te extinguir o ânimo, as vicissitudes da vida e te achares na eminência de desfalecer, chama-Me: eu sou a Força capaz de remover-te as pedras dos caminhos e sobrepor-te às adversidade do mundo.
QUANDO, inclementes, te açoitarem os vendavais da sorte e já não souberes onde reclinar a cabeça, corre para junto de Mim: eu sou o REFÚGIO, em cujo seio encontrarás guarida para o teu corpo e tranqüilidade para o teu espírito.
QUANDO te faltar a calma, nos momentos de maior aflição, e te julgares incapaz de conservar a serenidade de espírito, invoca-Me: eu sou a PACIÊNCIA que te faz vencer os transes mais dolorosos e triunfar nas situações mais difíceis.
QUANDO te abateres nos paroxismos da dor e tiveres a alma ulcerada pelos abrolhos dos caminhos, grita por Mim: eu sou o BÁLSAMO que te cicatriza as chagas e te minora os padecimentos.
QUANDO o mundo te iludir com suas promessas falazes e perceberes que já ninguém pode inspirar-te confiança, vem a Mim: eu sou a SINCERIDADE, que sabe corresponder à fraqueza de tuas atitudes e à excelsitude de teus ideais.
QUANDO a tristeza e a melancolia te povoarem o coração e tudo te causar aborrecimento, clama por Mim: eu sou a ALEGRIA, que te insufla um alento novo e te faz conhecer os encantos de teu mundo interior.
QUANDO, um a um, te fenecerem os ideais mais belos e te sentires no auge do desespero, apela para Mim: eu sou a ESPERANÇA, que te robustece a fé e acalenta os sonhos.
QUANDO a impiedade se recusar a relevar-te as faltas e experimentares a dureza do coração humano, procura-Me: eu sou o PERDÃO, que te eleva o ânimo e promove a reabilitação de eu espírito.
QUANDO duvidares de tudo, até de tuas próprias convicções, e o ceticismo te avassalar a alma, recorre a Mim: eu sou a CRENÇA, que te inunda de luz o entendimento e te reabilita para a conquista da felicidade.
QUANDO já não aprovares a sublimidade de uma afeição sincera e te desiludires do sentimento de seu semelhante, aproxima-te de Mim: eu sou a RENÚNCIA, que te ensina a olvidar a ingratidão dos homens e a esquecer a incompreensão do mundo.
QUANDO, enfim, quiseres saber quem Sou, pergunta ao riacho que murmura e ao pássaro que canta, à flor que desabrocha e à estrela que cintila, ao moço que espera e ao velho que recorda. Eu sou a dinâmica da Vida e a harmonia da Natureza; chamo-me AMOR, o remédio para todos os males que te atormentam o espírito. Estende-Me, pois, a tua mão... alma filha de minha alma que eu te conduzirei, numa seqüência de êxtases e deslumbramentos, às serenas mansões do infinito, sob a luz brilhante da ETERNIDADE.
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